O STF IRÁ ENFRENTAR O GENERAL VILLAS BÔAS ? DO QUE EXÉRCITO ESTÁ COM MEDO ? VEJA !

O STF IRÁ ENFRENTAR O GENERAL VILLAS BÔAS ? DO QUE EXÉRCITO ESTÁ COM MEDO ? VEJA !

Para Villas Bôas, o Brasil está na iminência de algo muito grave acontecer, que é a perda da nossa identidade.Ainda segundo o comandante, os brasileiros perderam a confiança uns nos outros.

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O Exército brasileiro, por meio do Comando Militar do Sudeste, promoveu uma cerimônia em homenagem a um soldado morto por guerrilheiros em 1968, durante a ditadura militar. O evento teve Villas Bôas à frente.Aquele incidente com o soldado Kozel, vítima inocente do terrorismo, nos obriga a exercitar o maior ativo humano - a capacidade de aprender. Agora é um momento que nos aconselha, aos brasileiros e às instituições, a prudência nos ânimos, complementou o informe lido pelo comandante.
A cerimônia ocorreu um dia depois à decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos de condenar o Estado brasileiro pela tortura e assassinato do jornalista Vladimir Herzog, ocorrido em outubro de 1975, por militares.
Villas Bôas afirmou que naquela época, a sociedade brasileira cometeu o erro de permitir que a linha de confrontação da guerra fria dividisse a nossa sociedade, o que acabou criando ambientes para que fatos lamentáveis, como a morte de Kozel e Herzog, tivessem ocorrido, disse.
Estamos fazendo, atualmente, exatamente isso. Face a uma crise moral, na qual valores do bem comum e de amor à pátria, vem sendo afrontada. Somos um povo conhecido pela tolerância, pela solidariedade, complementou.
Para Villas Bôas, o Brasil está na iminência de algo muito grave acontecer, que é a perda da nossa identidade.Ainda segundo o comandante, os brasileiros perderam a confiança uns nos outros e estão muito carentes de disciplina social. Isso nós podemos medir em grandes eventos como a Copa do Mundo. Está totalmente diferente a reação da população, citou.Com relação ao movimento intervencionista, que pede a volta dos militares no poder, Villas Bôas disse que há uma identificação na população com os valores das Forças Armadas e uma ânsia pelo reestabelecimento da ordem.
Eu nem vejo um caráter ideológico nisso. Mas, de qualquer forma, as Forças Armadas, e o Exército, pelo qual eu respondo, se, eventualmente, tiverem de intervir, será para fazer cumprir a Constituição, manter a democracia e proteger as instituições, afirmou.